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K. E. Furman*; E. M. C. Villalobos; M. C. C. S. Lara; E. M. S. Cunha; P. Felício; I. R. Barros; I. Deconto, C. Feitosa; J. Bonacim; R. A. Utime; A. W. Biondo
Introdução: Toxoplasma gondii, o agente da toxoplasmose, possui uma distribuição mundial. Embora os cavalos geralmente desenvolvam um papel secundário no ciclo do T. gondii, a população re-emergente de cavalos em áreas urbanas das grandes cidades do Brasil para coleta de material reciclável pode ser usada como uma ferramenta para a sua sobrevivência no meio urbano. E o abate não inspecionado desses animais pode contribuir para espalhar várias outras doenças, incluindo a toxoplasmose, a qual é uma zoonose.
Objetivo: O objetivo do presente estudo é avaliar a freqüência de anticorpos de T. gondii nos cavalos carroceiros de Curitiba e Região Metropolitana e seu impacto na saúde pública e animal.
Metodologia: Anticorpos contra T. gondii foram detectados usando a Imunoflorescência Indireta, e títulos maiores ou iguais a 1:64 foram considerados reagentes.
Resultados e Discussão: Das 97 amostras de sangue coletadas, um total de 16 (16.5 %) foram consideradas positivas. Foi demonstrado que, embora esses animais estejam potencialmente mais expostos à doença com o tráfico diário em áreas urbanas, essa população particular deve estar igualmente exposta ao agente quando comparada a outras populações eqüinas.
Conclusões: O tráfico urbano não deve ser um fator de risco para a exposição do T. gondii. Estudos futuros devem ser conduzidos para verificar a causa dos resultados observados.
* keikofurman@yahoo.com.br
Universidade Federal do Paraná – Instituto Biológico
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